Feira no Japão mostra as novidades no mundo da robótica.
Mão robótica controlada a distância pode manipular pequenos objetos.
Robô foi desenvolvido para jogar tênis contra humanos.
O robô jogador de ping-pong Topio mostra suas habilidades na feira internacional de robôs no Japão. O humanoide foi criado para jogar tênis de mesa contra humanos.
A mão robô é capaz de realizar 24 movimentos e pode pegar objetos pequenos e delicados. Além disso, pode ser controlada à distância por meio de uma luva especial.
O ‘robô de estimação’ Genibo dança conforme a música reproduzida no ambiente. Ele pode ainda reconhecer o seu dono e demonstrar emoções.
Desenvolvido para ser ajudante na cozinha, o robô cozinha o Okonomiyaki, uma espécie de panqueca japonesa. Ele é capaz de manipular diversos utensílios domésticos e não deixa a comida queimar.
Pacote do Office 2010 traz boas mudanças para os usuários.
Colunista testa nova suíte e aprova as reformulações.
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À primeira vista, o Office 2007 foi uma grande reformulação. Ela me fez pensar na curva de adaptação aos novos menus e no novo modo de interagir com uma ferramenta que uso no trabalho e em casa.
Gostei muito da mudança que foi feita em todos os aplicativos do pacote de escritório, mas, claro, existem algumas ressalvas e pontos que poderiam ser melhores ou diferentes.
Semana passada, recebi um convite para experimentar o Office 2010, o próximo grande lançamento da Microsoft e fui rapidamente baixar a versão beta do pacote.
Se você quiser experimentar o Office 2010, clique aqui. Atenção: Trata de uma versão beta que pode apresentar falhas e é disponibilizada justamente para que profissionais e entusiastas possam testar e ajudar no desenvolvimento da versão final que será comercializada. A versão beta não está disponível em português do Brasil. Por isso, os menus apresentados nas imagens estarão em inglês.
Esta coluna irá retratar algumas das novidades e minhas primeiras impressões do pacote.
Aparência reformulada
A primeira mudança no novo programa é sua aparência. O Office 2010 é muito parecido com a versão 2007. Chama a atenção a “morte” do botão do “Office” – aquele botão redondo com o logotipo que fica no canto superior esquerdo dos aplicativos – justamente uma das grandes novidades da suíte 2007.
Como pode ser visto na imagem acima, o botão foi substituído por uma aba chamada File que abriga basicamente as mesmas coisas que o botão do Office, porém com uma organização diferente que ocupa a tela inteira quando clicada.
A tela de abertura de novos documentos ficou mais visual, com ícones grandes, o que pode ser mais agradável para o usuário.
Controle de versão
Algo que me chamou bastante a atenção no menu File foi a opção Versions dentro do item Info. Pelo visto, teremos um controle de versão dos arquivos criados e editados. O controle de versão é muito útil ao realizar muitas alterações em um documento e, em meio a este processo, acabar perdendo algo relevante. Basta voltar para uma versão anterior e resgatar a informação perdida.
Abas sem grandes mudanças
As outras abas não sofreram grandes mudanças, apenas alguns refinamentos como no antigo mapa do documento, que agora tem o nome de “navigation” e conta com uma caixa de busca como pode ser visto na imagem ao lado.
Criação de abas
A grande novidade no Office 2007 foram os menus em formatos de abas, porém o usuário não tinha condições de criar novas abas e a atribuir a elas as funcionalidades que mais gosta. Isso mudou no Office 2010. Para criar as abas, é preciso entrar no menu File, depois em Options e em Ribbons. Abaixo, há um exemplo de aba que criei com algumas funcionalidades selecionadas aleatoriamente.
Suporte a 64 bits
Esta é uma novidade tardia, pois há muito tempo que temos computadores com processadores de 64 bits e só agora o Office chega a este patamar. Onde mora a vantagem? Quem trabalha com Excel e usa planilhas gigantescas terá melhores condições de trabalho, pois o aplicativo irá rodar mais rapidamente.
Word
Não vi grandes novos recursos no Word, mas um me chamou a atenção: efeitos artísticos em fotos que aplicam mudanças simples, mas bem legais em imagens que são anexadas aos documentos. Claro que não é um recurso que motivaria alguém a comprar o Word, mesmo porque, com um programa grátis como Paint.Net, é possível ter efeitos bem mais avançados.
Também apresenta uma nova funcionalidade que aplica efeitos visuais ao texto como pode ser visualizado na imagem abaixo. O efeito é bem similar ao WordArt, presente no pacote Office desde seus primórdios, mas é mais refinado e não substitui o velho “WordArt” ainda presente na aba Insert.
Notei também a presença de um botão Screenshot na aba Insert, que permite a inserção de imagens presentes na área de transferência do computador. O botão conta com um recurso de captura de tela que minimiza o Word ao ser clicado e permite a captura de uma parte da tela, ideal para quem está fazendo manuais e tutoriais que usam telas de programas.
PowerPoint
Olhando o PowerPoint 2010 pela primeira vez, logo notei uma nova aba chamada Transitions, que traz diversas opções de transição de slides. Este recurso não é novo, mas o fato de ganharem uma aba própria os coloca em destaque.
Uma novidade bastante interessante é o recurso de Broadcast do Office 2010. Ele permite transmitir apresentações por meio de um serviço on-line. Após ativar o serviço, o usuário receberá uma URL para fornecer aos seus contatos para que eles assistam a apresentação. Testei o serviço e ele é bem simples e rápido.
O PowerPoint traz mais recursos multimídia, com novas ferramentas para lidar com arquivos de vídeo. É possível aplicar filtros e recursos básicos de edição.
Excel
Não notei grandes novidades no Excel. Ele é uma ferramenta bem completa. Reparei na existência de uma ferramenta chamada Sparklines que traz minigráficos que ficam direto nas células e deixam as planilhas graficamente mais interessantes.
Em um computador de 64 bits usando o Office 2010, o Excel mostrará seu valor para quem trabalha com grandes volumes de dados.
Outlook
Tenho a impressão que o Outlook foi o programa que a Microsoft dedicou maior atenção. Na versão 2007, chamou a atenção o fato de o Outlook não ter recebido o mesmo tratamento estético que o restante do pacote Office, mas o 2010 está totalmente reformulado, com abas como os demais integrantes da família.
Um recurso muito comum para os usuários do Gmail foi incorporado ao Outlook. Agora é possível agrupar mensagens por “conversas”. Esse tipo de agrupamento foi bastante impactante quando surgiu o Gmail e foi muito fácil de acostumar-se a ele. Agora no Outlook, ele deixa o uso do sistema mais familiar para quem se acostumou com o recurso na ferramenta do Google.
Novidades e versões
O Office 2010 irá contar com uma versão on-line para criação e edição de conteúdos diretamente pelo navegador. A proposta, certamente, é concorrer com o Google Docs. Também contará com uma versão especial para dispositivos móveis.
De acordo com o site da Microsoft, teremos as versões (para computadores):
• Office Home and Business 2010 (mais simples);
• Office Professional 2010;
• Office Professional Plus 2010 (mais completo).
Considerações finais
Não testei os demais aplicativos no pacote disponibilizado pela Microsoft, como o InfoPath, SharePoint e Access, pois preferi dar atenção aos programas mais comuns e utilizados no mercado.
Gostei do Office 2010, pois me pareceu bastante estável para uma versão beta e também bastante rápido. Apesar dos testes não focarem no desempenho, ele me passou uma sensação de ser mais rápido em relação à versão 2007.
O lançamento está previsto para o próximo ano e creio que falta muito pouco para que a versão final do pacote fique pronta.
A grande pergunta é: será bom migrar para ele? Para quem trabalha com planilhas grandes, a resposta é sim, pois o suporte de 64 bits será fundamental para o aumento da produtividade.
O recurso Broadcast do PowerPoint também pode ser um diferencial que fará as pessoas atualizarem seu pacote de escritório.
YouTube ganha sistema automático para legendar vídeos.
Por enquanto, novidade só está disponível para 13 canais em inglês.
Pessoas com deficiência auditiva ou dificuldades em inglês se beneficiam.
O Google anunciou nesta quinta-feira (19) um sistema que cria automaticamente legendas para vídeos no site de vídeos YouTube. A novidade, no entanto, não estará disponível em todos os arquivos da página: somente em 13 canais de parceiros como National Geographic, UC Berkeley, Stanford, MIT, Yale, UCLA, Duke, Columbia e PBS, entre outros. O conteúdo de alguns desses canais, como o National Geographic, não está disponível no Brasil por questões de direitos autorais.
A solução usa, entre outras alternativas, um sistema de reconhecimento de voz do próprio Google. “As legendas não serão sempre perfeitas, mas ainda assim podem ajudar [pessoas que têm dificuldade para entender a língua, por exemplo]. E a tecnologia continuará a ser melhorada com o tempo”, escreveu Ken Harrenstien, engenheiro de software do Google.
O funcionário está envolvido com o projeto porque, além de ajudar no desenvolvimento dessas iniciativas ele é deficiente auditivo – dessa forma, faz parte de um público que pode ser beneficiado com as legendas no site de vídeos do Google. Um vídeo divulgado no próprio YouTube mostra como funciona essa nova tecnologia.
Outra novidade anunciada pela empresa é uma ferramenta chamada caption timing, ou auto-timing, que facilita a criação de legendas para vídeos – qualquer usuário do site, mesmo com conhecimentos básicos, consegue inserir texto nos arquivos. “Tudo o que você precisa fazer é criar um arquivo de texto simples com todas as palavras do vídeo e usaremos a tecnologia ASR do Google [de reconhecimento automático de voz] para criar legendas”, diz o post de Harrenstien.
De acordo com o engenheiro, essa novidade deve reduzir as barreiras para os donos de vídeos que querem adicionar legendas, mas não têm o tempo ou recursos parar fazer isso de forma profissional.
Carro ganha pintura em homenagem ao game ‘Space Invaders’.
‘Alienígenas’ do clássico jogo do Atari decoram lataria de automóvel.
Veículo estacionado em rua de Londres foi flagrado por blogueira.
Agora em versão colorida, os ‘alienígenas’ do clássico game do Atari ‘Space Invaders’ decoram lataria de carro.
Close do carro em homenagem ao jogo ‘Space Invaders’, flagrado por blogueira em rua de Londres, na Inglaterra.
Acelerador de partículas deve ser ligado novamente neste fim de semana.
Grande Colisor de Hádrons vai simular condições pós Big Bang.
Projeto foi suspenso logo na estreia por causa de um vazamento.
O Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), acelerador de partículas do Laboratório Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), deve ser religado neste fim de semana, após 14 meses de consertos em consequência de um grave defeito poucos dias depois de entrar em funcionamento.
Conforme o porta-voz do Cern, James Gillies, os cientistas injetarão entre sábado e domingo um feixe de prótons no acelerador para fazer com que o mesmo dê uma volta completa no túnel de 27 quilômetros de comprimento, situado a 100 metros de profundidade sob a fronteira suíço-francesa.
A circulação de partículas no gigantesco equipamento começará em um primeiro momento em baixa energia, com 450 GeV (gigaeletrons volts), e quando os cientistas injetarem feixes em direções opostas se produzirão, a essa velocidade, as primeiras colisões.
A partir de então, o experimento consistirá em ir aumentando progressivamente a potência da circulação dos prótons, até chegar ao momento mais esperado (e temido por alguns): as primeiras colisões de partículas a velocidades próximas à da luz, o que calculam que poderia ocorrer em janeiro.
Nesse momento, serão recriados os instantes posteriores ao Big Bang, o que dará informações chaves sobre a formação do universo e confirmará ou não a existência da partícula batizada de bóson de Higgs. A existência dessa partícula, que deve seu nome ao cientista que há 30 anos previu sua existência, se considera indispensável para explicar por que as partículas elementares têm massa e por que as massas são tão diferentes entre elas.
Mas nem todo mundo apóia a experiência. Um grupo contrário ao experimento apresentou hoje uma denúncia ao Conselho de Direitos Humanos sobre o “perigo” ao qual a população está exposta com esse teste.
Alegam que, com as colisões de alta energia, a matéria estará em um estado jamais observado antes. Eles reiteraram o temor de surgimento de um buraco negro capaz de aspirar tudo o que estiver ao redor, provocando assim o fim do mundo. O LHC custou mais de 3 bilhões de euros. Sua construção ocorreu ao longo de 12 anos, e contou com a colaboração de 7 mil cientistas.
PlayStation 3 será compatível com jogos que ‘saem da tela’ nos Estados Unidos.
Sistema virá em atualização e jogador deverá ter TV compatível.
Sony usará modelo de assinatura em sua rede on-line.
Console terá jogos que ‘saltam para fora da tela’ até 2011.
Para tentar fazer com que o PlayStation 3 se torne rentável para seus cofres nos próximos anos, a Sony revelou nesta quinta-feira (19) um plano para fazer com que o videogame apresente games que rodam em três dimensões, com imagens que “saltam da tela”.
De acordo com a companhia, algumas produtoras já estariam integrando a tecnologia aos futuros títulos do PS3. O console se tornaria compatível com imagens em 3D a partir do lançamento de uma atualização de sistema prevista para o final de 2010 e o início de 2011, mesma época que os jogos com imagens tridimensionais chegariam às lojas.
Em relação aos jogos, a companhia não deixou claro se somente títulos novos terão o recurso em 3D ou se títulos antigos também se beneficiariam da mudança.
Televisão em 3D
Para poder jogar os games que “saem para fora da tela”, o jogador terá que possuir uma televisão compatível com a novidade. A Sony anunciou que o foco da empresa para o próximo ano fiscal está nos equipamentos 3D, que incluem o próprio PlayStation 3, televisores e tocadores de Blu-ray.
A tecnologia, contudo, obriga o uso de óculos especiais para ter a sensação de que as imagens saem da tela. A Sony pretende, também, iniciar a transmissão de programas ao vivo que apresentem imagens tridimensionais e disponibilizar a tecnologia em mais de 3 mil salas de cinema dos Estados Unidos até o inicio de 2011.
Novo modelo da PlayStation Network
Os planos para tornar o PlayStation 3 mais rentável nos próximos anos envolvem também a rede on-line do console. A PlayStation Network, que atualmente abrange o console e o portátil PSP, levando partidas on-line, jogos, vídeos e música para os aparelhos, faria parte de outros dispositivos da Sony como tocadores de MP3, notebooks e leitores digitais.
Os usuários, no entanto, poderão ter que pagar para ter acesso a alguns recursos da rede. A intenção da Sony é criar um modelo de negócios baseado em assinaturas nos mesmos moldes da Xbox Live da Microsoft. O conteúdo adicional para usuários que adotarem tal modelo não foi divulgado.
Atualmente, a rede on-line da Sony é gratuita para partidas de games on-line. De acordo com a companhia, isso não irá mudar com o lançamento do modelo de assinaturas.
Howard Stringer, presidente e director-executivo da Sony no Japão, exibiu nesta quinta-feira (19) o novo controle para o videogame PlayStation e anunciou planos para o console ter jogos que usam óculos em 3D.
Google anuncia abertura do código do seu Chrome OS para desenvolvedores.
Sistema operacional de código aberto foi anunciado pela gigante em julho.
Companhia trabalha com várias fabricantes, como Acer, Adobe, Asus e HP.
Até o momento, só versões beta do Chrome foram liberadas.
O Google anunciou nesta quinta-feira (19) uma nova fase de desenvolvimento do seu sistema operacional, o Chrome OS. Mas, ao contrário dos rumores que circulavam na web desde a semana passada, não houve lançamento oficial do produto. “Estamos muito felizes em anunciar que o Google Chrome é totalmente open source a partir de hoje”, informou o vice-presidente do Google, Sundar Pichai.
O objetivo da iniciativa é permitir que programadores de todo mundo tenham acesso ao código-fonte e possam contribuir para o desenvolvimento do novo sistema operacional, que será lançado em 2010.
De acordo com Pichai, a versão final do Chrome OS deve ser apresentada até meados do próximo ano, pouco antes do lançamento dos primeiros aparelhos a rodar o sistema operacional de código aberto, previsto para o final de 2010.
Na apresentação, o executivo fez questão de destacar a tríade em que se baseia o Chrome OS - “velocidade, simplicidade e segurança” -, a mesma do browser do Chrome, browser da gigante da internet.
Ainda de acordo com a companhia, por carregar uma versão modificada do Chrome, o sistema operacional está pronto para ser usado em apenas 7 segundos, contra os 45 segundos necessários para equipamentos com sistemas operacionais completos.
Expectativa
Rumores que circularam na web na sexta-feira (13) davam conta sobre a possibilidade de o download do software ser liberado já nesta semana. A informação foi publicada inicialmente no blog especializado em tecnologia “TechCrunch”, que citou “fontes confiáveis”.
De acordo com o “Inquirer”, no entanto, não será possível baixar o novo sistema operacional em qualquer máquina. Aparentemente, apenas um número limitado de dispositivos oferecerá suporte ao Chrome nesse início, apesar de o Google ter confirmado que está trabalhando com a Acer, Adobe, Asus, Freescale, Hewlett-Packard, Lenovo, Qualcomm, Texas Instruments e Toshiba.
O Chrome OS foi anunciado pelo Google em 7 de julho, quando a gigante de buscas afirmou que o sistema operacional de código aberto focado em netbooks não estaria disponível para os consumidores até a segunda metade de 2010.

















